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Saúde privada nacional gera 11,7 mil novas vagas

Trata-se do melhor resultado já registrado para o mês de junho, conforme balanço do IBGE/Federação

Os 4.002 novos postos de trabalho formal abertos, na saúde privada paulista, em junho, constituem o melhor resultado já registrado para o mês de junho. No conjunto do país, as 11,7 mil novas vagas, a exemplo do que ocorre em São Paulo, compõem o melhor resultado da série, com início em 2007.

Em junho, o saldo do emprego, na saúde privada paulista, acumulado em 12 meses significou a geração de 34.6 mil novas vagas. Trata-se do melhor resultado registrado desde setembro de 2012. Houve um ligeiro acréscimo, de 3,1%, no número de novas vagas na comparação com o resultado de maio. Na comparação com junho de 2013, o resultado é bem mais favorável, um aumento de 40,1%.

Em junho de 2014, a criação de empregos com carteira assinada foi de apenas 25,4 mil novas vagas, menos da metade do volume de emprego gerado em maio (58,8 mil). Na comparação com junho de 2014, o resultado também é bem desfavorável, com queda do saldo de novos postos de trabalho formal em 79,5%.
No acumulado do primeiro semestre do ano, foram geradas 493,1 mil novas vagas, 25,0% abaixo do verificado no mesmo período em 2013. No acumulado dos últimos 12 meses, a geração de empregos nacional alcançou a marca de 566,2 mil novos empregos formais.
Em junho, a Indústria, o Comércio e a Construção Civil amargaram redução do nível de emprego formal. Ao todo, estes três setores fecharam 48,1 mil postos de trabalho no mês. O resultado positivo, embora fraco, no balanço geral do saldo de emprego foi garantido pelas vagas geradas no Setor de Serviços e na Agropecuária: 32,7 mil e 40,8 mil, respectivamente. Ainda assim, de modo geral, no que tange à geração de novos empregos, todos os grandes setores da economia tiveram, em junho, desempenho inferior ao registrado no mês anterior.
Quando se considera as estatísticas da geração de emprego no acumulado do primeiro semestre de 2014, apenas o Comércio apresentou resultado negativo em termos absolutos, fechando, no período, cerca de 76 mil postos de trabalho formal. Em termos relativos, contudo, também a Indústria e a Construção Civil tiveram resultado abaixo do verificado no primeiro semestre de 2013.
No Setor Industrial foram gerados 76,5% menos empregos que no mesmo período em 2013, na Construção Civil a queda do número de novas vagas foi de 45,5%. Por outro lado, no Setor de Serviços e na Agropecuária houve aumento do volume de emprego na comparação com o primeiro semestre de 2013, ainda que com pouca expressividade. Nos Serviços, o crescimento das novas vagas foi da ordem de 13,1%, ao passo que na Agropecuária este aumento foi de, apenas, 0,7%. De maneira geral, o Setor de Serviços foi o grande responsável pela geração de empregos na primeira metade do ano, suas 368,9 mil novas vagas correspondem a 74,8% de todo o emprego formal criado no período.

VAGAS NO BRASIL NO SEMESTRE -
No estado de São Paulo, foram gerados apenas 2,9 mil postos de trabalho formal em junho, menos de um quarto do resultado de maio (13,2 mil). O resultado pífio da geração de empregos no mês fica evidente face à comparação com junho de 2013, na qual se constata queda de 91,5% do saldo de novas vagas.
No acumulado do primeiro semestre de 2014, o mercado de trabalho paulista gerou 165,6 mil novas vagas. Quando se compara este saldo com o de igual período do ano anterior, o resultado é negativo, uma queda de 33,1%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o mercado de trabalho paulista conseguiu criar 94,2 mil novos empregos com carteira assinada.
Em São Paulo, no mês de junho, Indústria, Construção Civil e Comércio registram queda do nível de emprego. Em conjunto, estes três setores, fecharam 24,2 mil postos de trabalho. Por outro lado, nos Serviços (8,2 mil) e na Agropecuária (18,9 mil) houve crescimento do emprego, permitindo o saldo geral positivo de 2,9 mil novas vagas. No acumulado do primeiro semestre, em termos absolutos, somente o Comércio registrou o fechamento de vagas (-22,5 mil). Não obstante, em termos relativos, na comparação com o primeiro semestre de 2014, somente os Serviços (13,0%) e a Agropecuária (6,3%) registraram aumento do número de novas vagas.
Na primeira metade do ano, o Setor de Serviços paulista foi o maior gerador de empregos dentre os grandes setores econômicos, suas 126,9 mil novas vagas responderam por 76,6% do saldo do emprego criado no estado. Os dados concernentes ao desempenho do emprego no setor de saúde privada paulista contrastam com os resultados precários apresentados pelo conjunto da economia. Em junho, o setor foi capaz de gerar 4.002 novas vagas no estado de São Paulo. Na comparação com junho de 2013, observa-se um significativo aumento da ordem de 35,7%. Ademais, num mês de baixíssimo dinamismo do mercado de trabalho geral, o emprego na saúde privada adquiriu forte expressividade. As vagas criadas pelo setor, em junho, representaram 138,8% do total de novos
postos de trabalho gerados no estado. É possível afirmar, portanto, que se não fossem os novos postos de trabalho do setor de saúde, teria havido queda do nível de empregos no mercado de trabalho paulista no mês.

Clique e acesse o Boletim DIEESE Subseção Federação da Saúde nº 32

 
 
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